Grupos Nacionais

Grupo Foclórico de Faro

Grupo Folclórico da CorredouraAs origens do Grupo Folclórico de Faro remontam aos inícios dos anos 30, sendo o mais antigo grupo de folclore do Algarve e um dos mais antigos do país. Na época, o Corridinho era considerado a expressão máxima das danças populares algarvias. Atingiu grande fama o virtuosismo dos seus tocadores e a habilidade dos bailadores nas “escovinhas” e “sapateados”. A tradição oral estava também representada nos Bailes de Roda, sendo de realçar o característico “Baile Mandado”. O Grupo Folclórico de Faro, tem sido um verdadeiro Embaixador da região e do país, representando Portugal em muitos dos mais importantes festivais de folclore do mundo, nomeadamente, em Espanha, França, Marrocos, Canadá, E.U.A., Itália, Brasil, Turquia, Suíça, México, Hungria, República Checa, Chipre do Norte, Grécia, Rússia, Eslovénia e Bélgica. Quase todos os convites surgem no âmbito do CIOFF, organismo internacional ligado à UNESCO. A sua atividade estende-se igualmente às pesquisas e exposições etnográficas, ao ensino das danças regionais nas escolas e à organização das “Noites de Folclore”, das “Tardes de Folclore Infantil”, dos “Encontros de Cantares de Boas Festas” e do “FOLKFARO – Folclore Internacional Cidade de Faro”, o maior certame do género realizado a sul do Tejo, certificado como festival CIOFF, na última quinzena de Agosto. Para além das recolhas e reproduções de trajes de finais do Sec. XIX e inícios do Sec. XX, são também apresentadas recolhas de músicas tradicionais da região no “Cancioneiro do Grupo Folclórico de Faro”. Os mais pequenos têm a oportunidade de aprender os jogos, as brincadeiras, as danças de roda dos seus avós, no “Grupo Folclórico Infantil de Faro”. É Membro efetivo da Federação do Folclore Português, Filiado no INATEL, fundador da Associação de Folclore e Etnografia do Algarve e da Associação CIOFF Portugal. No ano de 2002 foi distinguido pela Câmara Municipal de Faro com a Medalha de Ouro da Cidade. Em 2014, recebeu a Medalha e Diploma de Mérito atribuídos pela União de Freguesias de Faro, Sé e S. Pedro e, em 2015, o Prémio Figuras, atribuído pelo Teatro Municipal de Faro. O Grupo Folclórico de Faro é, pois, considerado uma instituição da capital algarvia.

 

 

Grupo Académico de Danças Ribatejanas Santarém

Grupo Folclórico da Corredoura

O Grupo Académico de Danças Ribatejanas, de Santarém, foi fundado em 1956 pelo saudoso etnógrafo Celestino Graça com o propósito de recolher, estudar, preservar e divulgar o valioso património etnográfico e folclórico do Ribatejo.
 
Ao longo da sua existência de sessenta e dois anos de ininter-rupta actividade, o Grupo Académico de Danças Ribatejanas or-gulha-se de haver representado o Ribatejo em quase todo o país e também no estrangeiro, registando mais de 2500 actuações, repartidas por vinte cinco países da Europa, de África e da Amé-rica, tendo merecido do Município de Santarém a mais elevada distinção, através da condecoração com a sua Medalha de Ouro.
 
No seu reportório, totalmente recolhido junto do povo das diver-sas sub-regiões etnográficas ribatejanas – Lezíria, Bairro e Char-neca – pontificam, entre outras danças, os verde-gaios, fadinhos, modas de dois passos, bailaricos, viras e, claro, o Fandango, dan-ça de desafio e de sedução, interpretada por dois homens e que é considerada a dança mais divulgada do folclore ribatejano.
 
Anualmente, o Grupo Académico de Danças Ribatejanas organiza o Festival “Celestino Graça” – Festa das Artes e das Tradições Populares do Mundo, em Santarém, e que decorre sob a égide do CIOFF, instituição mundial de grande relevância de que o Festival de Santarém foi co-fundador, no ano de 1970.

O Grupo Académico de Danças Ribatejanas, de Santarém, foi fundado em 1956 pelo saudoso etnógrafo Celestino Graça com o propósito de recolher, estudar, preservar e divulgar o valioso património etnográfico e folclórico do Ribatejo.

Ao longo da sua existência de sessenta e dois anos de ininter-rupta actividade, o Grupo Académico de Danças Ribatejanas or-gulha-se de haver representado o Ribatejo em quase todo o país e também no estrangeiro, registando mais de 2500 actuações, repartidas por vinte cinco países da Europa, de África e da Amé-rica, tendo merecido do Município de Santarém a mais elevada distinção, através da condecoração com a sua Medalha de Ouro.

No seu reportório, totalmente recolhido junto do povo das diver-sas sub-regiões etnográficas ribatejanas – Lezíria, Bairro e Char-neca – pontificam, entre outras danças, os verde-gaios, fadinhos, modas de dois passos, bailaricos, viras e, claro, o Fandango, dan-ça de desafio e de sedução, interpretada por dois homens e que é considerada a dança mais divulgada do folclore ribatejano.

Anualmente, o Grupo Académico de Danças Ribatejanas organiza o Festival “Celestino Graça” – Festa das Artes e das Tradições Populares do Mundo, em Santarém, e que decorre sob a égide do CIOFF, instituição mundial de grande relevância de que o Festival de Santarém foi co-fundador, no ano de 1970.

Grupo de Folclore MonteVerde 

 

Grupo Folclórico da CorredouraCorredoura localidade da Vila de S.Torcato, a Norte e a 6 Km da Cidade de Guimarães, terra de grandes tradições culturais e religiosas marcada ainda por uma forte componente agrícola, onde se pode observar com rara beleza os campos e as searas do milho, linho e centeio, é também um dos pólos de maior desenvolvimento sócio/cultural da região e participada por um enorme movimento associativo. 

Tendo como finalidade a ocupação dos tempos livres do povo da sua terra, o gosto pelo canto, dança e música, foi fundado no dia 1 de Março do ano de 1956 o Grupo Folclórico da Corredoura, que desde logo desenvolveu um verdadeiro trabalho de pesquisa e de recolha dos usos costumes e tradições do seu povo e da sua terra. 

Os seus trajos representativos de fins do século XVIII princípios do Século XIX, são considerados os mais puros, genuínos e autênticos da sua região, tendo conquistado diversos prémios e várias distinções. 

Conscientes do valor riquíssimo do património que possuímos, celebramos um protocolo com o Museu Alberto Sampaio, para depósito de um conjunto de peças de elevado valor, até que possam ser expostas no museu do Grupo que estamos a organizar. 

Actuou em todos os grandes festivais de folclore que se organizam de Norte a Sul do País, e nas Ilhas da Madeira e Açores, e são várias as deslocações ao estrangeiro, Espanha, França, Itália, Alemanha, Áustria, Hungria, Sicília e na Coreia do Sul em 2012, onde representou Portugal no FOLKLORIADA no maior Festival do Mundo Organizado pela CIOFF. 

É sócio fundador da Federação do Folclore Português, da Associação CIOFF Portugal e é filiado no Inatel 

Têm 6 discos gravados, 4 cassetes 5 Cd,s e actuou diversas vezes para as seguintes estações de Televisão, RTP 1 - SIC – TVI ––, Porto Canal, RTP Madeira, RTP Açores, RTP Internacional e TV África –TV Galiza – RAI – TVE – RTF – TVH – TV Globo - TV Bandeirantes TV Record Internacional do Brasil. 

Organiza todos os anos o Linhal da Corredoura (Festa do Linho), única na região considerada uma das mais expressivas manifestações Etno-folclóricas de toda a região Norte do País. 

A Publicação do Livro (O LINHO NO CAMPO E NA EIRA), publicado pelo Grupo, diz bem de quem sente sobre si a responsabilidade de salvaguardar as memórias e o património local, que ao longo dos anos fizeram a identificação da sua terra e do seu povo. 

O Grupo Folclórico da Corredoura,,é aquele que mais tem contribuído, para a afirmação das nossas tradições locais, que melhor tem sabido representar os valores fundamentais da nossa cultura popular, que mais trabalho tem desenvolvido na preservação do património cultural da sua região.

Como reconhecimento ao enorme contributo que o Grupo Folclórico da Corredoura têm prestado à cultura de matriz popular da sua região, foi condecorado com a Medalha em Prata de Mérito Associativo pela Câmara Municipal de Guimarães em 2006, a Medalha da Vila pela junta de Freguesia da Vila de São Torcato em 2013 e foi também o primeiro Grupo Folclórico da sua região, a quem foi atribuído o Estatuto de Colectividade de Utilidade Pública, feito que muito honra e prestigia o Grupo.

 

Grupo Folclórico da Corredoura

No ano de 1967, Manuel Ferreira Pio, coadjuvado por um grupo de aficionados do folclore e tradições, funda, no Sítio da Levada da Corujeira, um agrupamento de folclore com o nome de MonteVerde. Este grupo exibiu-se em vários eventos da Ilha, incluindo a bordo de navios, hotéis e em recintos públicos. Teve ainda o privilégio de poder editar, em vinil, vinte e duas músicas de cariz folclórico e popular.  

Em Novembro de 1973, movidos por uma série de adversidades, o grupo cessa a sua atividade.  

A 14 de Fevereiro de 2002, A Senhora Natividade Mendonça, esposo, e alguns filhos, empenharam-se arduamente na recuperação do então extinto grupo. Foram caminhos sinuosos, lutas aguerridas, para outorgar ao Monte um grupo que dignificasse e representasse de forma autêntica a cultura popular tradicional do Monte.  

O grupo já conta com consideráveis pergaminhos que certamente farão jus à sua história: desde uma recolha aprofundada sobre a indumentária, e aqui realça-se o mérito e empenho do seu diretor artístico, Alexandre Rodrigues, na pesquisa e reprodução de trajes, cuja penúria dos tempos e resistência de alguns "velhos do restelo" teimava em cair no esquecimento; a recuperação dos reportórios clássicos dos antigos grupos de folclore do MonteVerde e Livramento, bem como algumas recolhas efetuadas;  

Desde o ano de 2011, o Grupo de Folclore MonteVerde realiza a Gala Internacional de Etnografia e Folclore "Manuel Ferreira Pio", um justo e merecido tributo ao seu fundador; A 9 de Agosto de 2012, durante a cerimónia de abertura da II Gala Internacional de Etnografia e Folclore Manuel Ferreira Pio com o tema a Gastronomia, o grupo lançou o seu primeiro CD com o nome “Anda Comigo Maria Ver a Senhora do 

Monte”.  

 

Grupo de Danças e Cantares Vermil - Guimarães

Grupo Folclórico da CorredouraCorredoura localidade da Vila de S.Torcato, a Norte e a 6 Km da Cidade de Guimarães, terra de grandes tradições culturais e religiosas marcada ainda por uma forte componente agrícola, onde se pode observar com rara beleza os campos e as searas do milho, linho e centeio, é também um dos pólos de maior desenvolvimento sócio/cultural da região e participada por um enorme movimento associativo. 

Tendo como finalidade a ocupação dos tempos livres do povo da sua terra, o gosto pelo canto, dança e música, foi fundado no dia 1 de Março do ano de 1956 o Grupo Folclórico da Corredoura, que desde logo desenvolveu um verdadeiro trabalho de pesquisa e de recolha dos usos costumes e tradições do seu povo e da sua terra. 

Os seus trajos representativos de fins do século XVIII princípios do Século XIX, são considerados os mais puros, genuínos e autênticos da sua região, tendo conquistado diversos prémios e várias distinções. 

Conscientes do valor riquíssimo do património que possuímos, celebramos um protocolo com o Museu Alberto Sampaio, para depósito de um conjunto de peças de elevado valor, até que possam ser expostas no museu do Grupo que estamos a organizar. 

Actuou em todos os grandes festivais de folclore que se organizam de Norte a Sul do País, e nas Ilhas da Madeira e Açores, e são várias as deslocações ao estrangeiro, Espanha, França, Itália, Alemanha, Áustria, Hungria, Sicília e na Coreia do Sul em 2012, onde representou Portugal no FOLKLORIADA no maior Festival do Mundo Organizado pela CIOFF. 

É sócio fundador da Federação do Folclore Português, da Associação CIOFF Portugal e é filiado no Inatel 

Têm 6 discos gravados, 4 cassetes 5 Cd,s e actuou diversas vezes para as seguintes estações de Televisão, RTP 1 - SIC – TVI ––, Porto Canal, RTP Madeira, RTP Açores, RTP Internacional e TV África –TV Galiza – RAI – TVE – RTF – TVH – TV Globo - TV Bandeirantes TV Record Internacional do Brasil. 

Organiza todos os anos o Linhal da Corredoura (Festa do Linho), única na região considerada uma das mais expressivas manifestações Etno-folclóricas de toda a região Norte do País. 

A Publicação do Livro (O LINHO NO CAMPO E NA EIRA), publicado pelo Grupo, diz bem de quem sente sobre si a responsabilidade de salvaguardar as memórias e o património local, que ao longo dos anos fizeram a identificação da sua terra e do seu povo. 

O Grupo Folclórico da Corredoura,,é aquele que mais tem contribuído, para a afirmação das nossas tradições locais, que melhor tem sabido representar os valores fundamentais da nossa cultura popular, que mais trabalho tem desenvolvido na preservação do património cultural da sua região.

Como reconhecimento ao enorme contributo que o Grupo Folclórico da Corredoura têm prestado à cultura de matriz popular da sua região, foi condecorado com a Medalha em Prata de Mérito Associativo pela Câmara Municipal de Guimarães em 2006, a Medalha da Vila pela junta de Freguesia da Vila de São Torcato em 2013 e foi também o primeiro Grupo Folclórico da sua região, a quem foi atribuído o Estatuto de Colectividade de Utilidade Pública, feito que muito honra e prestigia o Grupo.

 

Grupo Folclórico da CorredouraO Grupo de Danças e Cantares Virmil foi fundade a 29 de Julho de 1980, nesta freguesia do concelho de Guimarães, distrito de Braga, estado integrado no Centro de Cultura e Recreativo de Vermil.

Vermil sempre foi uma terra com enorme tradição cultural e apetência pelo associativismo. Assim, foi com naturalidade que, aproveitando os cortejos e leilões de oferendas da angariação de fundo para obras de restauro da igreja e contrução do salão paroquial, que nasceu este grupo. Raparigas e rapazes da freguesia movidos pela tradição dos seus antepassados evoluíram de algumas danças em cortejos, para um contínuo e profundo estudo e recolhas dos usos e costumas da sua terra, constituindo - se como um verdadeiro embaixador do foclore do Baixo-Minho .

O Grupo de Danças e Cantares Vermil exibe trajes representativos de finais do século XIX e princípios do século XX, designadamente, traje de noivos, traje de luxo, traje de linho, trajes de domingueiro, traje de feira, traje de trabalho e traje de mordoma. As sias danças e tocata ilustram, particularmente, os costumes ligados ao quatidiano agrícula vivido nessa época.
Este grupo está inscrito no Inatel e é socio aderente da Federação do Foclore Português. Composto por cerca de 50 elementos, conta com atuações por todo o país, em romarias e festivais, sendo um ativo valiso na perpetuação da cultura de Guimarães.

O Seu grande objetivo é, portanto, continuar a levar o nome e as tradições da sura terra por todo o país e além-fronteiras, reavivando a riqueza de um passado, cada vez mais indispensável para podermos encarar o futuro.