Grupo Etnográfico Danças e Cantares do Minho - LISBOA 

Grupo Etnográfico Danças e Cantares do Minho - LISBOA Este Grupo foi fundado por um grupo de minhotos residentes em Lisboa e tem como objetivos recolher, preservar e divulgar a cultura tradicional minhota. 

Desde a sua fundação em 16 de Maio de 1980, tem representado o Minho, não só em Portugal (incluindo a Madeira), como também em Espanha, França, Alemanha, Polónia, Hungria, Holanda, Marrocos, Japão (fez parte das comemorações dos 450 anos da chegada dos Portugueses a este País), Brasil, Eslováquia, Lituânia, Turquia, Malta, Republica Checa e Suíça. 

O Grupo está filiado na Federação do Folclore Português, no INATEL, na Federação Portuguesa das Coletividades de Cultura e Recreio, e é atualmente o Presidente da “Associação do Distrito de Lisboa para Defesa da Cultura Tradicional Portuguesa”. 

O Grupo está sediado na Junta de Freguesia de Benfica em Lisboa, cidade onde todos os anos organiza o festival de folclore “CIDADE DE LISBOA”.

Grupo Folclórico de Crastovães – Trofa – ÁGUEDA 

Grupo Folclórico de Crastovães – Trofa – ÁGUEDA O Grupo Folclórico de Crastovães foi fundado em 1962. Começou por ser um grupo de Carnaval, tendo os seus organizadores, posteriormente, iniciado todo um trabalho de recolha de danças, cantares e trajes que eram usados pelos nossos antepassados nos finais do século XIX, princípios do século XX, que vão desde a serra do Caramulo até à Ria de Aveiro. 

Nas danças predominam as modas de roda e os viras. Nos trajes é de salientar os de Festa, Romaria, Dó, Domingueiros, Lavradores, Ricos, Feirantes e Trabalho do Campo. 

É sócio efetivo da Federação do Folclore Português desde 1977, está inserido na região da Beira Litoral do Baixo Vouga. Tem vários discos gravados e um CD.

Participa anualmente em vários Festivais de Folclore Nacionais e Internacionais realizados de Norte a Sul de Portugal Continental e na Região Autónoma dos Açores. 

Conta ainda com várias deslocações além-fronteiras, tais como Espanha, França, Alemanha, Suíça e na Holanda, em que por cinco vezes, representou Portugal em Festivais de Folclore.

Grupo Típico De Ançã - COIMBRA 

NacionalO Grupo Típico de Ançã foi fundado em 28/05/1978 com a finalidade de fazer reviver e preservar os costumes, tradições, danças e cantares desta histórica Vila de Ançã que tem foral concedido por D. Fernando, em Tentúgal, a 12 de Dezembro de 1371.

O Grupo é membro da Federação do Folclore Português desde o dia 29/07/1984 e procura cantar, dançar e trajar conforme recolhas feitas e que são cópias, tanto quanto possível, fiéis, da vida das gentes de Ançã, nos finais do Século XIX e princípios do Século XX. 

Tem levado a cultura do seu povo de Norte ao Sul do País e ao estrangeiro. Praticamente, toda a Europa conhece as suas danças e, bem assim, o Brasil e os Estados Unidos da América. 

O Grupo Típico de Ançã fez algumas recolhas de entre as quais é de salientar: a penhora da azeitona, a descamisada, a adiafa do arroz, a vindima, a Festa de S. Bento e a “Festa de S. Tomé”, na sua tradição mais antiga, reconstituindo, nos dois últimos anos a Penhora da Azeitona e a Lenda do marquês de Cascais em Ançã.

Rancho Folclórico da Casa do Povo de Maiorca – FIGUEIRA DA FOZ 

NacionalO Rancho Folclórico da Casa do Povo de Maiorca, concelho da Figueira da Foz, distrito de Coimbra, é uma secção da Casa do Povo local, e tem por objetivos primordiais: recolha, estudo, conservação e divulgação da etnografia e do folclore da região de Maiorca. 

Integrado na Casa do Povo em 1968, é o repositório autêntico e principal divulgador das tradições seculares da região, que tem levado por todo o País, quase toda a Europa e Estados Unidos da América. 

As mulheres vestem o trajo de tricana campesina e os homens apresentam-se com o trajo domingueiro, para além de outros trajos relacionados com as vivências de antanho: mondadeira do arroz, mulher da eira, homem da eira com o seu malho, vendedora de legumes, leiteira, tremoceira, cesteiro, senhoras e noivos, etc. 

As danças de inspiração comunitária – modas de roda tradicionais – caracterizam-se pela sua serenidade com belas variantes de trespasse que denunciam uma atividade lúdica própria dos povos rurais e enchiam os alegres bailes campestres nas horas de lazer e nos trabalhos do campo como as plantações, mondas, ceifas do arroz e nos serões das adiafas. O arroz continua a ser a maior riqueza dos férteis campos de Maiorca. 

É organizador do “FestiMaiorca” – Festivais Internacionais de Folclore de Maiorca – já na sua 42ª edição. 

Sócio fundador e membro efetivo da Federação do Folclore Português, está filiado no INATEL, mo Comité Internacional da EUROPEADE e é membro da secção portuguesa do C.I.O.F.F. – Conselho Internacional da Organização de Festivais Folclóricos e Artes Tradicionais. 

Conta com mais de 2000 exibições, das quais 500 feitas além-fronteiras, divididas por 17 países – Espanha, França, Bélgica, Holanda, Pais de Gales, Inglaterra, Luxemburgo, Principado do Mónaco, Suíça, Itália, Áustria, Alemanha, Polónia, Dinamarca, Roménia, Grécia e Estados Unidos da América.