Grupo Etnofolclórico “RENASCER” de Areosa

Grupo Etnofolclórico “RENASCER” de AreosaO Grupo Etnofolclórico “RENASCER” de Areosa, que comemorou um ano de existência no passado dia 01 de Dezembro de 2013, surgiu na freguesia de Areosa em Viana do Castelo, nascido da força de vontade de um grupo de 40 pessoas, pretende ser um veiculo de transmissão da cultura e arte popular, apresentando em palco uma variedade de sonoridades, musicas, cantares e danças compondo desta forma um espectáculo vibrante de variedade cultural e etnofolclórica suportado na cultura ancestral Vianense. 

Tem neste sentido o grupo vindo a elaborar uma exaustiva investigação dos valores culturais e tradicionais que nos identificam, com o objetivo de os manter e projetar, bem como recuperar alguns já esquecidos ou perdidos ao longo das gerações. 

O Grupo Etnofolclórico “RENASCER” de Areosa, já participou em diversos festivais nacionais e internacionais no país, tendo com um ano de existência já efetuado também a sua primeira digressão ao estrangeiro, mais concretamente à Bélgica, para participar no festival de folclore inserido na 40ª Feira de Artesãos da cidade de Tournai. 

No campo da etnografia, o Grupo Etnofolclórico “RENASCER” de Areosa, utiliza por excelência o tradicional traje vermelho de festa rico, um dos trajes mais genuínos do chamado “traje à vianesa”. 

Na saia, no colete e nos lenços do peito e da cabeça, predomina o vermelho ao contrário de outras freguesias onde surgem outras variantes deste traje com pormenores diferenciadores, como por exemplo a barra da saia de cor mais escura e a utilização de diferentes cores, que permite uma rápida diferenciação de outras freguesias. 

Assente nestas convicções e com um espirito renovado, o Grupo Etnofolclórico "RENASCER" de Areosa, apresenta um espetáculo diferenciador, juntando a representação com a dança e os sons, adaptando a dança popular ao espetáculo estilizado, de forma a proporcionar uma apresentação cativante e inebriante ao público, aflorando o saber popular com a aplicação do tecnicismo atual.

Rancho Folclórico da Ribeira de Santarém

Rancho Folclórico da Ribeira de SantarémO RANCHO FOLCLÓRICO DA RIBEIRA DE SANTARÉM, foi fundado no ano de 1972, e surge como Grupo de pesquisa e de divulgação, representativa da tradição cultural da zona ribeirinha do Concelho de Santarém, não perdendo nunca a perspectiva de orientação que o conduziu no sentido ascendente do rigor e da representatividade, elevando-se a seu tempo, a um dos mais representativos Ranchos de Folclore desta zona do Ribatejo.

Respeitando as características da sua área geográfica, o RANCHO FOLCLÓRICO DA RIBEIRA DE SANTARÉM, recolheu um valioso património de danças, cantares, recriações etnográficas e trajos usuais nos fins do Séc. XIX e princípios do Séc. XX e ainda um valioso acervo do património rural (execução de trabalhos agrícolas), doméstico (práticas domésticas) e navais (pesca e navegação no Rio Tejo) expostos no seu museu etnográfico e os seus significados transmitidos.

- Membro efetivo da Federação do Folclore Português. 

- Sócio efectivo da HOMO TAGANUS – Associação de Estudo e Defesa da Etnografia e do Folclore do Ribatejo. 

- CCD Fundação INATEL  

Rancho Folclórico de Redinha 

Rancho Folclórico de Redinha A Vila de Redinha, situa-se na base da Serra de Sicó, num vale fértil, devido principalmente à abundância de água. O orago da Freguesia é Nossa Senhora da Conceição, celebrada anualmente em Agosto. 

O primeiro Foral de Redinha data de 1159 e foi concedido por D. Gualdim Pais, mestre dos Templários; esse Foral foi confirmado por D. Manuel I a 16 de Dezembro de 1513. 

A Redinha é atravessada pelo Rio Anços, que tem a sua origem nos OLHOS DE ÁGUA tendo por isso sido um importante centro de moagem.

Tendo a nossa região desde recuados tempos profundas raízes Folclóricas, é possível que para isso tenha contribuído a Romaria a Nossa Senhora da Estrela. Desde sempre, ali aflui bastante povo, pagando promessas cantando e dançando ao toque de vários concertinas que nunca faltam para animar esta tradição.

Assim, na Redinha, em 1963 foi fundado o Rancho Folclórico “As Moleirinhas” de Redinha, hoje designado por Rancho Folclórico de Redinha fazendo lembrar os costumes e tradições dos seus antepassados. Tem participado em grandes Festivais de Folclore de Norte a Sul do País e fora do país nomeadamente em Espanha e França, salientando um Festival a nível mundial realizado em França em 2013 em que O Rancho Folclórico da Redinha representou Portugal. 

É membro efetivo da Federação do Folclore Português e também da Associação Folclórica da Região de Leiria – Alta Estremadura. 

Tendo o nosso Folclore características bem definidas, na Vila de Redinha, aparecem os diversos fatos tradicionais desta região (Romeiros, Moleiros, Camponeses, Lavadeira, Noivos, Boieiros, Domingueiros, Fiadeira e Lavradores Ricos). 

Por todo o seu trabalho e dedicação o Rancho Folclórico de Redinha é hoje um digno representante da arte popular da Alta Estremadura.

Grupo Etnográfico Rusga de Joane 

Grupo Etnográfico Rusga de JoaneO Grupo Etnográfico Rusga de Joane, de Vila Nova de Famalicão, foi fundado em 8 de Março de 1991.

Nasceu na vontade de divulgar as tradições etnográficas e seu património cultural imaterial associado, com base na recuperação e representação o mais fidedigna possível, de finais de séc. XIX inícios de séc. XX, demonstrando a beleza do Folclore do Baixo Minho, através da alegria e da elegância que caracteriza a região e o grupo. 

A representação dos usos e costumes tem vindo a ser aprimorada, de modo a diversificar a mostra do vasto espólio imaterial etnográfico da região do Médio Ave, onde o grupo se encontra inserido. 

Destacam-se a participação em quase todos os grandes Festivais Internacionais realizados em Portugal, bem como além-fronteiras, em Israel, EUA, Mónaco, Suíça, Alemanha, França, Espanha e nas Ilhas Açores e Madeira. 

O Grupo Etnográfico Rusga de Joane é membro efetivo da Federação do Folclore Português e filiado na Fundação INATEL.