Rancho Folclórico de Danças e Cantares de Alvarães

Rancho Folclórico de Danças e Cantares de AlvarãesDesde a sua fundação, em Outubro de 1968, com o principal objectivo da preservação e divulgação da etnografia de Alvarães, tem sido um sem número as actividades de índole cultural, recreativa e artística desenvolvidas por este Grupo, tais como:

Realização anual, em Maio, de um Festival Folclórico, que vai na sua XXXIV edição.

O cantar das Janeiras e Reisadas é por n´s revivido já há vários anos.

Procedemos ao intercâmbio com centenas de Grupos Folclóricos nacionais e estrangeiros na divulgação do nosso Folclore.

Participamos em vários Festivais Internacionais em Espanha, França, República Checa, Hungria, Itália e Suíça, levando o que de mais rico existe nesta região e neste País a nível de etnografia.

Apresentamos viras, caninhas verdes, chulas e malhões, como sendo das danças mais representativas desta região Alto-Minhota.

Trajes de noivos, mordomas, festa, domingar, trabalho, entre outros, são apresentados por nós como bem representativos da região que representamos.

Somos sócios efectivos da Federação do Folclore Português, considerados desde 1998 Organismo de Utilidade Pública e sócios da Associação de Grupos Folclóricos do Alto Minho.

Rancho Folclórico Da Golegã

Rancho Folclórico Da GolegãFundado em Maio de 1971 com o nome de Rancho Folclórico da Casa do Povo da Golegã, viria nos anos 90 pela força das circunstâncias, (extinção da Casa do Povo), tornar-se associação autónoma e estatutariamente passar a chamar-se Rancho Folclórico da Golegã.

Tem sede social com um vasto espólio etno-folclórico exposto permanentemente, pertence à freguesia e concelho da Golegã e insere-se na região etnográfica da lezíria.

Com uma existência adulta, tem o Rancho Folclórico da Golegã a responsabilidade de dignificar as suas gentes através dos usos e costumes de “antão”.

Para isso muito se têm empenhado os seus responsáveis e componentes num intenso trabalho de pesquisa e recolhas junto do património etno-folclórico que nos rodeia, nomeadamente no que concerne a músicas, danças e sobretudo no que se cantava.

Como resultado deste trabalho foi com grande alegria que em 1994 foi admitido como membro efectivo da Federação do Folclore Português e da qual é filiado, anos antes também o INATEL o reconheceu.

Em termos representativos muitas têm sido as suas actuações e a todos os níveis Festivais Nacionais e Internacionais, Rádio, RTP/RTPI, estrangeiro, colóquios, congressos e mostras de cantores.

Com base na região etnográfica onde está inserido (Lezíria), habitada por gente de carácter sóbrio, veja-se o seu modo de vestir e a forma de dançar, não foi difícil através da diversificação notada à época, constituir-se um quadro etnográfico, no qual estão representados os mais variados trajes que eram usados quando trabalhavam e os de melhor tecido e confecção em dias de festa, saliente-se o maioral, campino, camponês / camponesa e até uma classe mais abastada.

Com algum rigor tem o Rancho Folclórico da Golegã a preocupação de nas suas danças e cantares ser fiel ao passado, finais do século IXX, primeiro quartel do século XX.

As danças mais desejadas seriam as de roda, fadinhos, dois passos, bailaricos, verdegaios e fandango.

Da tocata do Rancho Folclórico da Golegã constam o acordeão, viola, reco-reco, cana, cântaro e ferrinhos.

Da cantata existem vozes de homens e mulheres.

Rancho Folclórico e Etnográfico de Vale de Açores

Rancho Folclórico e Etnográfico de Vale de AçoresNum vale que tem como moldura as serras de Buçaco e Caramulo e se debruça sobre os panoramas da fértil veiga de Mortágua, salpicada por pequenas colinas e gracioso casario branco, abraçando a pureza das centenárias aldeias de xisto, situa-se o lugar de Vale de Açores.

Foi nesta encantadora aldeia, local de pernoite de Duques e Reis, que em 1978 nas o Rancho Folclórico e Etnográfico de Vale de Açores.

Com o intuito de salvaguardar o passado e as suas tradições, conscientes da pureza e do valor do folclore do nosso concelho, este grupo dedica-se a uma criteriosa recolha de costumes e tradições do povo da sua região.

A sua autenticidade e fidelidade ao passado, permitiram-lhe a sua filiação como Membro e Sócio Efectivo na Federação de Folclore Português e na AFERM – Associação de Folclore e Etnografia da Região do Mondego. É ainda galardoado no ano de 2002 com a Medalha de Ouro de Mérito Municipal.

Numa zona de transição entre e Beira Alta e a Beira Litoral, bem no centro do triângulo que compreende Aveiro, Coimbra e Viseu, a tradição enraizou no povo da nossa terra, danças e cantares que vêm dos finais do século XIX e princípio do século XX.

Ao longo dos anos da sua existência tem levado as tradições etnofolclóricas desta região de norte a sul do país, incluindo as regiões Autónomas da madeira e dos Açores e as mais variadas vezes que tem representado Portugal no estrangeiro.

Grupo Folclórico De S. Martinho do Campo

Grupo Folclórico De S. Martinho do Campo Cada povo tem uma história para contar…uma alma para desbravar!

…e é a riqueza dessa história, feita diversidade, feita tempo e espaço, cor e movimento, tradição e cultura que dá de beber ao Grupo Folclórico de São Martinho do Campo. Inspirado nos costumes desta região (Entre-Douro e Minho), entretenimentos e motivações do início do século XX, este grupo chama a si a preocupação constante em retratar fielmente toda essa época, através dos trajes, das danças e da multiplicidade de todos os elementos ligados a uma memória colectiva que se quer preservar.

Fundado em 23 de Abril de 1957, membro da Federação do Folclore Português, foi desenvolvendo ao longo dos anos um trabalho todo ele vocacionado para a procura das raízes do verdadeiro folclore da região, contribuindo dessa forma para as transmitir às gerações vindouras e dá-las a conhecer ao mundo. Nesta perspectiva, para além do folclore, esta colectividade alia o carácter das tradições com a versatilidade da acção, indo ao encontro de vias indissociáveis da cultura, nomeadamente o teatro, as marchas tradicionais e populares, o canto e as festas regionais, tendo participado por diversas vezes em iniciativas muito diversificadas, nacional e internacionalmente.

Ao comemorar as suas Bodas de Ouro (Abril de 2007), este grupo lançou um livro e um CD que ficarão, para sempre, ligados à diversidade cultural da região, na medida em que estes dois projectos, feitos obra, retratam de forma genuína e fiel o percurso dum povo, duma síntese tradicional e dum substracto cultural inapagável.

Da “chula” à “Cana Verde Picada”, do “Malhão” à “Tirana”, do “Vira” ao “Batoquinho”, este grupo continuará a cantar e a dançar, na demonstração fiel dos usos e costumes das suas gentes.